Welcome to the first unofficial Portuguese/English fan-site for the portuguese-american actress Daniela Ruah. She is currently starring in the worldwide famous CBS tv show NCIS: Los Angeles. We have no affiliation nor do we represent Daniela in any way. This is just a work of a fan. ENJOY!
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DanielaRuahFans Celebrating 13 Years Online


In April, Daniela was the co-host of the International Portuguese Music Awards 2022, an event that celebrates Portuguese and Luso-descendant music. This year, they celebrated their 10th anniversary with a wonderful gala full of incredible artists and, of course, two very talented hosts!

Em Abril, a Daniela foi a co-apresentadora dos International Portuguese Music Awards 2022, um evento que celebra a música portuguesa e luso-descendente. Este ano, celebraram os seus 10 anos com uma gala magnífica cheia de artistas incríveis e, claro, dois apresentadores muito talentosos!


You can now check all the photos at the gallery link and watch the live stream of the event, as well as a short interview, by clicking on the videos below!

Podem ver agora todas as fotos no link da galeria e ver a transmissão ao vivo do evento, bem como uma breve entrevista, clicando nos vídeos abaixo!


GALLERY LINK:

IPMA Awards 2022 (10th Anniversary) – April 23rd, 2022

LIVE STREAM:

TRANSLATED EVENT:

BEHIND THE SCENES:

June 15, 2022   admin   Leave a Comment Site, Site News

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A atriz Daniela Ruah foi considerada uma das personalidades que suscitam mais empatia nos portugueses (5ª posição), num estudo realizado pela Marktest. Para além disso, foi também considerada a atriz que os portugueses mais gostam.
Muitos parabéns, Daniela! Mereces!

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Actress Daniela Ruah was considered one of the most empathetic celebrities in Portugal (5th position), according to a study conducted by Marktest. Not only that, but she was also considered the actress that the Portuguese people like the most.
Congratulations, Daniela! You deserve this!

A Marktest questionou 1200 portugueses, entre 22 de Fevereiro e 9 de Março deste ano, e pediu-lhes que escolhessem as figuras públicas com quem mais se identificam. Entre as 60 personalidades sugeridas, os inquiridos tinham de seleccionar, numa escala de um (“não se identifica”) a dez (“identifica-se muito”), o índice de empatia. O apresentador de Isto é Gozar com Quem Trabalha lidera a lista com um valor médio de 6,60, seguido de Vasco Palmeirim com 6,51 e Cristiano Ronaldo a somar 6,46 pontos. O quarto lugar é ocupado por César Mourão, com 6,37, com o Top 5 a fechar com a actriz Daniela Ruah e o piloto de motociclismo Miguel Oliveira, ambos com 6,28 pontos.

FONTE: Público

O Espalha-Factos visitou as gravações do telefilme de comédia Os Vivos, O Morto e o Peixe Frito, inspirado no livro de Ondjaki. O próximo telefilme da RTP1, realizado por uma mulher e protagonizado por atores africanos é um exemplo de mudança.

GALLERY LINK:

Magazine & Newspapers Scans > 2021 > Espalha-Factos – Julho 2021

Gravado no centro de Torres Vedras, em plena harmonia com os torreenses, este é um dos 10 telefilmes – filmes produzidos para estrear na televisão – do projeto Contado por Mulheres, todos a serem gravados fora de Lisboa.

“Este projeto é inovador: tem um conjunto de realizadoras, é realizado pelo país inteiro, e tem um risco, calculado, mas que é trazer novos nomes para a realização. Metade dos telefilmes são realizados por pessoas que nunca realizaram”, afirma José Fragoso, diretor de programas da RTP.

Para Daniela Ruah, esta não foi a sua estreia absoluta na realização. De Hollywood para Torres Vedras, – depois de realizar pela primeira vez um episódio da série NCIS – voltou a inverter os “papéis”: “Nos Estados Unidos fazemos até 45 minutos por episódio (no NCIS). Aqui tenho até 60 minutos, portanto vou aumentando devagarinho. Se calhar o próximo projeto já é 90 minutos, vamos ver.“ (risos)

Num meio onde é difícil dar os primeiros passos, Daniela Ruah confessa que teve uma oportunidade única: “Quando comecei a pensar em realizar nos Estados Unidos, foi um bocado por empurrão de vários amigos – sendo o Diogo Morgado um deles. Começámos a falar em fazer qualquer coisa além da representação e com os recentes movimentos do empoderamento feminino, há espaço para conseguirmos dar esse passo sem termos pessoas a dar-nos para trás. Para agarrar esta oportunidade, tinha que ser agora. Mesmo no meio televisivo dos Estados Unidos, é muito difícil começarmos a realizar televisão, ou seja, se eu não começasse agora na minha série, seria muito difícil começar a realizar noutra série sem me conhecerem, sem ter algum currículo“, explica.

“Tal como em Portugal, acho que em todo o lado os produtores gostam de trabalhar com quem conhecem e com quem confiam. E lá está, a Pandora da Cunha Telles – produtora dos telefilmes – e a Ukbar Filmes tiveram a ideia deste projeto criado por mulheres precisamente para dar oportunidade a mulheres, neste caso, de se inserirem neste meio, no sentido em que, caso contrário, não teriam tido oportunidade de o fazer. Todas nós somos atrizes, viemos do meio da publicidade, temos uma bailarina, etc. Temos uma panóplia de experiências aqui que podem dar muita informação à parte de contar uma história.“, relata.

Sendo este telefilme inspirado num livro de um escritor angolano, sobre a cultura africana e representado por atores africanos, é legítimo questionar a razão deste não ser também realizado por alguém das mesmas origens.

Igor Regalla, no entanto, faz questão de sublinhar que, neste caso, “está tudo certíssimo”: “A Daniela não perde nada nesse sentido, porque ela também é emigrante. Ela também está num país que não é o dela e eu acho que isso faz com que a postura dela seja super aberta. Nunca me disse não a uma ideia e, do que eu vi, isso não acontece, pelo contrário. Não só não deixa ninguém para trás como nos eleva: nós fazemos cenas simples e de repente vai a realizadora – que também é atriz e nota-se essa sensibilidade – e melhora tudo. Chega com propostas muito específicas e sabe muito bem o que é que quer, mas não é por isso que chega e é uma ditadora, de todo. Desde o início que ela nos pede para lhe darmos a nossa sabedoria e a nossa cultura, e tem sido este casamento constantemente. Por isso é que não há alegria maior, está tudo certíssimo.”


Sobre a mesma questão, Daniela Ruah confessa que quando lhe ofereceram este projeto especificamente, teve de pensar para si própria qual o motivo dessa escolha e o que é que poderia trazer a um projeto como este: “É isso mesmo que o Igor disse. Eu posso não saber o que é ser africana em Portugal, mas sei o que é ser imigrante de Portugal. Tenho uma noção muito grande do que é ser emigrante, e sei o que é ser o outro, porque no meio masculino eu sou a outra, como mulher, num país católico, eu sou judia (…). De qualquer forma, eu tenho aqui uma enciclopédia de pessoas que nasceram em África e vieram para cá, ou outros atores que já nasceram cá e nem sequer têm sotaque a falar português. Basta perguntar como é que foi a sua experiência: «Olha, nesta situação que expressão é que tu usarias aqui que não está no guião? Dirias assim ou assado? Então bora, usa isso!» Estive a ver entrevistas com realizadores estabelecidos, como Tarantino, e daqueles que eu gosto muito não há um que não diga que a colaboração não é o mais importante. Não vale a pena trabalharmos numa ilha nesta indústria, porque não funciona.”

A atriz e realizadora acrescentou também que a realização a tranquiliza sobre o futuro: “O meu marido há uns anos fez-me uma pergunta e eu não tinha resposta, e isso preocupava-me, que era «se não estivesses a fazer isto, a representar, se isto não te tivesse corrido bem, e de repente ficasses sem trabalho, o que é que tu farias, que te fizesse feliz?”» Eu não tinha resposta, porque sempre trabalhei. Mas essa pergunta é muito real e pode acontecer a qualquer atriz, por qualquer motivo. Ficar sem trabalho durante 5 anos, 10 anos… já aconteceu a muita gente que era muito boa e popular e trabalhava muito e de repente, desaparecem. Agora já tenho resposta: realizar. Nunca pensei encontrar uma paixão igual à representação aos 37 anos. É uma coisa interessante. Encontrei uma parte de mim que não sabia que existia e isso faz-me feliz. Mesmo sem trabalho como atriz, posso produzir o meu próprio filme, posso criar, não preciso de esperar pelo trabalho.”

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Daniela Ruah foi a realizadora de um telefilme para a RTP – “Os vivos, o morto e o peixe frito” -, que conta a história inspirada no livro do escritor angolano Ondjaki.

A estreia está marcada para o final do ano.