Welcome to the first unofficial Portuguese/English fan-site for the portuguese-american actress Daniela Ruah. She is currently starring in the worldwide famous CBS tv show NCIS: Los Angeles. We have no affiliation nor do we represent Daniela in any way. This is just a work of a fan. ENJOY!
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DanielaRuahFans Celebrating 11 Years Online


Daniela Ruah foi a realizadora de um telefilme para a RTP – “Os vivos, o morto e o peixe frito” -, que conta a história inspirada no livro do escritor angolano Ondjaki.

A estreia está marcada para o final do ano.

Texto: Telma Santos
Fotos: Tito Calado

(artigo originalmente publicado na edição nº 1788 da TV 7 Dias)

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Magazine & Newspapers Scans > 2021 > TV 7 Dias – 19062021

“Custa muito”: Daniela Ruah viveu meses de aperto com pai a recuperar de AVC

A COVID-19 dificultou a vida de Daniela Ruah, que esteve afastada da família durante quase dois anos. Mas recentemente regressou a Portugal para realizar o telefilme da RTP1 “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito”.

Daniela Ruah esteve em Portugal pela última vez em novembro de 2019. A pandemia trocou-lhe as voltas e fez com que a saudade lhe explodisse no peito. Foram meses de aperto e com um travo amargo. No entanto, o tão ansiado reencontro com os seus finalmente aconteceu. A atriz não escondeu a emoção que sentiu.

“Não vinha desde 2019 e custa muito. Os meus pais também não puderam ir. Fiz ‘A Espia’. Voltei quando o meu pai teve um AVC, em 2019, logo no princípio da rodagem de ‘A Espia’. Entretanto, passou por aquilo que se passa com um AVC. Voltei em novembro desse ano, para estar com ele durante a sua recuperação, e só voltei agora, mas já estive com ele e já lhe dei beijinhos e abracinhos”, conta à TV 7 Dias, reforçando o sabor de voltar a casa.

“O sabor da comida, o sabor dos beijinhos dos meus pais, o cheiro da casa deles, ver os meus filhos, que há dois anos só falavam com os meus pais por facetime, a correr para lhes dar um abraço e não estranharem, apesar de não os verem há dois anos, não há nenhuma estranheza, antes pelo contrário, poder ver isso traz-me imensa felicidade”, diz.

De férias em Portugal, em família, a sua passagem por solo luso não foi apenas em lazer. Daniela Ruah estreou-se como realizadora na ficção nacional, no telefilme da RTP1 “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito”, da saga “Contado por Mulheres”. E foi no centro histórico de Torres Vedras, por onde andou a rodar esta produção, que decorreu a conversa com a atriz, que antes de regressar ao trabalho, nos Estados Unidos, irá aproveitar a sua estada por cá na companhia dos pais, do marido, David Olsen, e dos dois filhos, Sierra e River.

“Acabei as gravações lá [N.R.: Nos Estados Unidos, onde gravou a 12.ª temporada de ‘NCIS: Los Angeles’], enfiei-me num avião e vim para cá começar a preparar o filme. Só sei que começo a gravar dia 15 de julho, portanto, ainda vou ficar cá mais umas semaninhas. Tenho cá os meus filhos. Estão naquela idade escolar que já não convém faltar e tirá-los da escola mais cedo, e ficaram com o pai nos Estados Unidos. Mas já estão cá e agora vou aproveitá-los aqui com os meus pais.”

Porém, este não é o seu primeiro papel como realizadora. Na série “NCIS: Los Angeles”, na qual dá vida à agente Kensi, Daniela Ruah teve recentemente a sua primeira experiência nesta área: “Aprendi muita coisa. Aliás, comecei a aprender muita coisa já como atriz, porque, quando pensei em realizar nos Estados Unidos, tive um miniempurrão de vários amigos. O Diogo Morgado foi um deles, quando gravámos ‘A Espia’. Agora, com os movimentos de empoderamento feminino, há espaço para darmos esse passo, sem termos pessoas a dar-nos para trás, no fundo. Para agarrar esta oportunidade, tinha de ser agora”, tece.

E reitera: “Quando decidi sugerir realizar nos Estados Unidos, pensei em tirar um curso, mas uma das realizadoras que trabalham connosco disse-me: ‘Tu vives dentro de uma escola de cinema, senta-te com o editor, senta-te com os câmaras, com as equipas, vê o que eles fazem e o que é importante’.”

Sobre o telefilme “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito”, cujas gravações terminaram no final da última semana, a artista sublinha: “Tive oportunidade de criar as coisas do zero. Aqui, por exemplo, a cultura africana usa muitos padrões na roupa, há cores vivas, e isso não podia chocar com o décor, que não pode ter muitos padrões”, explica, frisando como se sentiu por realizar um filme africano escrito pelo angolano Ondjaki.

“Posso não saber o que é ser uma africana em Portugal, mas sei o que é ser emigrante cá, em Londres e nos Estados Unidos. Nasci lá, cheguei a Portugal com seis anos e voltei para os Estados Unidos com 23, como emigrante, a habituar-me às pistolas e políticas malucas. Tenho noção do que é ser o outro, porque no meio masculino eu sou a outra, como mulher, num país católico eu sou judia, eu sou diferente da cultura. Mas posso inserir-me e assimilá-la. Isto dá-me uma forma de ver e viver a minha vida de uma forma um bocadinho diferente. Eu é que tenho de me adaptar ao sítio onde estou, mas não é por isso que perco a minha identidade.”

E foi pela diferença que este projeto “muito especial” a conquistou. “Isto é um telefilme, é mais curto, mas isso é bom. Nos Estados Unidos, fazemos 42 minutos de episódio. Aqui tenho até 60 minutos. Vou aumentando devagarinho. Se calhar, no próximo projeto, já são 90 minutos”, afirma.

Daniela Ruah confidencia que pretende conciliar a representação com a realização. “É um passo lateral e vou ter sempre um pé em cada uma destas profissões. Na representação de certeza, na parte da realização espero continuar a ter um pé nesta área”, conta, lembrando uma conversa que teve com o marido há uns anos. “O meu marido perguntou-me: ‘Se não estivesses a representar, o que te faria feliz?’. Eu não soube responder. Agora já tenho a resposta: vou realizar.”

Prestes a iniciar a rodagem da 13.ª temporada da série na qual dá vida a Kensi Blye, Daniela Ruah afirma que a pandemia não afetou o trabalho desta produção. “Quando fecharam tudo, só ficou por gravar o último episódio. Quando voltámos a trabalhar nesta 12.ª temporada, já estava tudo estruturalmente no sítio para fazer a coisa mais segura possível. Fizemos testes PCR todos os dias e dividiam o elenco em núcleos.”

FONTE

Daniela Ruah foi a convidada surpresa do “Programa Cautelar” deste sábado na RTP, em que a escolha dos temas a abordar coube a cada convidado. A actriz portuguesa escolheu abordar o tema do Empoderamento Feminino.

Vejam, abaixo, todas as fotos do programa no link da galeria, e também o video completo da divertida conversa conduzida por Filomena Cautela.

GALLERY LINK

Events, Parties & Appearances > 2021 > Programa Cautelar Ep 4 – June 26, 2021

clicar na imagem para ouvir

Nasceu em Boston, mas aos 6 anos veio para Portugal, o país dos seus pais. Fez o ensino secundário por cá, antes de partir em busca de mais mundo: primeiro, estudou representação em Londres, depois em Nova Iorque, até aterrar numa das séries mais resistentes da televisão norte-americana: “Investigação criminal – Los Angeles, que já vai na temporada 12. Por esta altura, calculamos que já tenha conhecido a versão bad ass de Daniela Ruah no papel de Kensi.

O que talvez não saiba é que Daniela Ruah também é realizadora, em Portugal para filmar um dos telefilmes da RTP1 da saga “Contado por Mulheres”. O filme que está a realizar chama-se “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito”, baseado numa história de Ondjaki. Hojaqui, Daniela Ruah.

Texto: Madalena Lourenço

A ON FM falou com Daniela Ruah, que realizou o seu primeiro telefilme em Torres Vedras!
Ouve abaixo a conversa.

Decorreu, na passada sexta-feira, o último dia de gravações do telefilme “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito”, para a RTP.

Esta adaptação de José Pinto Carneiro marca a estreia de Daniela Ruah como realizadora de um produto cinematográfico.

A rodagem do telefilme decorreu em Torres Vedras, durante duas semanas, e a ON FM foi ao local das gravações para falar com a atriz!

A produção do filme insere-se no projeto da estação pública, denominado “Contado Por Mulheres”, onde se propõem a adaptar produções para o ecrã mas sob a realização de dez mulheres.

“Este projeto não é feito para mostrar que as mulheres também podem… já se sabe que as mulheres podem! Mas faltam oportunidades e este projeto veio, precisamente, dar oportunidade a algumas mulheres […] Vamos mostrar que elas [mulheres] são capazes de realizar e fazer filmes bons!”.

Sobre o telefilme, a estrela de “Investigação Criminal – Los Angeles” conta estar muto feliz e realizada, quer com o projeto quer com a sua equipa.

“Este projeto tem um bocadinho da alma de todos que dele fazem parte e tivemos muita sorte. Criámos uma sinergia muito bonita” contou, nostálgica, Daniela Ruah à ON FM.

A história remete para o Mundial de 2006, num dia de muita emoção e festa.

Do elenco fazem parte nomes bem conhecidos do panorama nacional, como é o caso de Igor Regalla, Soraia Tavares e Daniel Martinho.

“Há uma forte componente cultural. Temos aqui um elenco quase 100% negro, porque isto é sobre uma família de imigrantes […] Para mim faz todo o sentido integrar um projeto com esta diversidade.”

Sobre esta produção, a atriz conta que “as pessoas podem esperar leveza, comédia, muito bons atores, animação mas, acima de tudo, a mensagem universal do filme é de família e amor […] o tom geral do filme é de ritmo, cor, diversão e muito muito amor”.

Ainda assim, a ON FM quis saber o motivo pelo qual “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito” foi rodado em Torres Vedras e a realizadora confessou: “Calhou-me Torres Vedras e fico muito feliz por isso!”.

Nesta entrevista exclusiva, Daniela Ruah conta porque se apaixonou pela cidade Torriense e não esconde ter ficado rendida ao famoso Pastel de Feijão!

Ouve aqui a entrevista na íntegra, para ficares a saber afinal quem são “Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito” da equipa da atriz, se prefere as praias portuguesas às de Los Angeles e muito, muito mais!

FONTE

Texto: Rodrigo Nogueira
Fotos: Alfredo Faya e Rui Pedro Pereira

A actriz estreia-se na realização de médias-metragens com um telefilme da série Contado por Mulheres, da RTP, adaptação de Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito, do escritor angolano Ondjaki

Torres Vedras não é uma cidade que apareça muito na ficção, e ainda menos a fazer assumidamente dela própria. Na base de dados IMDb aparece como local de filmagens em apenas 15 produções (duas delas são a mesma: Linhas de Wellington e As Linhas de Torres, a versão minissérie do filme).

A ideia de Contado por Mulheres, a série de dez telefilmes da Ukbar Filmes para a RTP, todos realizados por mulheres adaptando autores portugueses recentes e à volta do Centro do país, é a de trazer sítios como esses para os ecrãs.

Vejam, abaixo, todas as fotos no link da galeria:

Portuguese TV > TV Film “Os Vivos, O Morto E O Peixe Frito” (RTP – 2021) > Contado Por Mulheres – TV Film “Os Vivos, O Morto E O Peixe Frito” (RTP – 2021)

Fonte