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03
Jun 17

Daniela Ruah defende Portugal com a mesma intensidade com que critica Donald Trump. Vive em Los Angeles há oito ou nove anos e continua a sentir falta da alma portuguesa.

Texto: ANDRÉ DE ATAYDE
Fotos: JOÃO LIMA

“Como é que é possível ter um Presidente que acorda às 7h e a primeira coisa que faz é escrever um tweet porque ficou ofendido com o que alguém disse?” Esta pergunta é o que se chama na gíria futebolística uma “entrada a pés juntos”. E é levantada pela actriz Daniela Ruah.

“Não sei se é arrogância americana, mas sempre representámos uma imagem de força, de respeito, e neste momento passamos uma imagem ridícula e somos ridicularizados pelo resto do mundo. Custa-me imenso ter um homem como Donald Trump a representar um país como os EUA”, acrescenta depois.

“Sempre se teve em conta a possibilidade de ele chegar a Presidente, mas havia uma esperança de que se isso acontecesse ele ficaria mais calmo, mais moderado na forma de ser e estar… mas não. Só esta ideia, de resto partilhada por vários republicanos, de que o aquecimento global é uma teoria… é absurda! Toda a gente sabe que não é uma teoria, toda a gente sabe que existe. E ele vai tirar os EUA do Acordo de Paris…”

Daniela Ruah vive nos EUA há 10 anos e tem dupla nacionalidade (portuguesa e norte-americana). Esta explicação é para quem possa estranhar a ferocidade com que a actriz defende aquele que também é o seu país. Foi assim ao longo de toda a entrevista. “Nós” em Portugal e “nós” nos Estados Unidos, e a garantia de que não se sente, de todo, mais americana do que portuguesa.

“Em Portugal há um carinho diferente. Comecei a trabalhar com 16 anos e sempre falei do meu sonho de ir para os EUA e de como consegui atingir esse sonho. Talvez as pessoas se identifiquem com isso e acarinhem isso. Os mais novos muitas vezes dizem-me que também querem ir para fora trabalhar nesta ou naquela área e perguntam-me o que é que têm de fazer. Portanto, acho que em Portugal o entusiasmo é diferente.”

PORTUGAL, UM DIAMANTE POLIDO
Daniela Ruah é a mais recente capa da revista “GQ”, um namoro que começou “há três anos, ou mais. Entretanto engravidei, nesse mesmo verão casei-me, e depois não conseguimos conciliar horários com a disponibilidade da revista e a minha. Depois engravidei outra vez. Foi uma série de factores, mas agora aconteceu”.

“Gostei imenso do resultado, apesar de estar superconstrangida no início. Estávamos a fotografar num hangar e eu assumi que estivesse desactivado, mas não. Estava cheio de trabalhadores, homens, a puxar dos telemóveis para tirar fotografias e eu estava um bocadinho mais despida… e então fiquei assim mais envergonhada. Mas acabou por correr muito bem.”

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Fonte: Expresso




 

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