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05
Jan 15

A atriz portuguesa que brilha na série «NCIS: Los Angeles» e que passou o Natal em Portugal fala sobre a mudança para os EUA e sobre as tradições portuguesas que continua a seguir.

Vejam AQUI a sessão fotográfica protagonizada por Daniela Ruah para a “Prevenir” e realizada pelo conceituado Carlos Ramos.

    Apostou na representação, conquistou notoriedade internacional ao protagonizar uma série de investigação policial nos Estados Unidos da América, foi mãe e, em 2014, casou. Mas Daniela Ruah, contou-nos, não mudou. Volta e não volta, regressa a Portugal. Foi cá, em Cascais, que casou e foi também aqui que passou o último Natal, com o marido e com o filho, a apanhar laranjas e a descansar em frente à lareira em Azeitão. Saiba mais sobre a «vida simples», como a caracteriza, da atriz em Los Angeles, partilhada numa sessão exclusiva com a Prevenir, numa produção fotográfica onde vestiu peças assinadas por estilistas portugueses.

Desde que foi viver para os Estados Unidos da América, em 2007, tornou-se conhecida do público americano, apaixonou-se, casou, teve um filho… Neste momento, há mais coisas que a ligam a Portugal ou aos EUA?
Sinto-me ligada aos dois países. Quando estou cá, tenho saudades da minha vida em Los Angeles e, quando estou lá, tenho saudades de Portugal. Mas, por tudo isso que referiu, acabei por fazer de Los Angeles o meu lar. Irei sempre voltar a Portugal, pois é cá que está a minha família. Venho cá duas vezes por ano e o David [marido] vem sempre comigo.

Uma das últimas vezes vieram por um motivo especial, o vosso casamento…
Sim, fiz questão de me casar em Portugal para levar as pessoas a viajarem até cá e verem o país lindo que temos e conhecerem as nossas praias. E até, quem sabe, voltarem cá mais vezes…

Costuma partilhar os nossos costumes com os seus amigos americanos?
As tradições que partilho são sobretudo as gastronómicas. Cozinho pratos portugueses, como amêijoas à Bulhão Pato. E depois, claro, a língua. Ensino algumas palavras e expressões e falo em português com o meu filho [River].

Disse numa entrevista que quer transmitir ao seu filho a identidade judaica. O que significa isso para si?
O judaísmo tem duas vertentes, a religiosa e a cultural. Eu cresci com as duas mas, talvez, com a parte cultural mais forte do que a religiosa e gostava que ele a sentisse da mesma forma, uma ligação familiar à tradição e à cultura judaica que o faça sentir-se confortável dentro de uma sinagoga ou com um grupo de pessoas que pratiquem a cultura ou a religião judaica, mas também fora dela, para que haja um equilíbrio e que o River se sinta bem tanto com a família da mãe como com a família do pai.

Quais os principais valores que recebeu da sua família que quer transmitir ao seu filho?
Há muitos. A tradição, o facto de serem trabalhadores e nunca dependerem de ninguém, a honestidade e o ter uma vida saudável, tanto física como psicologicamente. Fazer exercício, ter uma alimentação equilibrada…

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Fonte: PREVENIR




 

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