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04
Aug 17

Daniela Ruah começou esta semana a filmar a nona temporada de “Investigação Criminal: Los Angeles”, onde interpreta a agente especial “Kensi Blye”.
A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 1 de Outubro, e já tem várias surpresas alinhavadas.

A actriz de 33 anos esteve na festa de verão da CBS, em Los Angeles, e falou ao Delas.pt sobre o movimento feminista em Hollywood, as mudanças da série “NCIS” no sentido de promover uma maior presença de mulheres no elenco e até a situação política nos Estados Unidos da América. Uma análise atenta à actualidade norte-americana e europeia, sem esquecer a luta das mulheres no grande e no pequeno ecrã.

Podem ler a entrevista completa, AQUI.

Como encara a discussão sobre igualdade salarial para as mulheres que está a acontecer em Hollywood?
Não há dúvida de que há uma discrepância entre o que as mulheres ganham e o que os homens ganham, essa é uma luta que vamos ter que ter. Mas tenho confiança que os movimentos políticos e sociais em geral conseguem resolver esse assunto, tal como outras questões na História. Há sempre uma falta de equilíbrio, quer seja culturas, etnias, homens e mulheres, e a voz das minorias acaba por falar mais alto e fazer com que a mudança aconteça.

Há também uma tendência para mais protagonistas feministas.
Não é só em relação à quantidade de protagonistas que temos agora no pequeno e no grande ecrã, acho que também tem a ver com o tipo de personagens que são escritas neste momento. Temos mulheres com muita força, não é só a mulher sensual ou sofrida ou mãe. Tudo isto engloba o que é uma mulher, mas não é tudo. Temos agora a Mulher Maravilha, até na Disney os desenhos animados têm muito mais força feminina – por exemplo o Frozen com a “Elsa” e com a “Anna”, é um heroísmo entre irmãs, um amor entre irmãs e não homem e mulher. A Moana é uma heroína que sonha alto e vai atrás daquilo que quer e acaba por salvar o seu povo. Temos cada vez mais papéis, pequenos e grandes, a dar poder às mulheres. Isso é super-importante, porque nós queremos dar essa imagem às mentalidades mais jovens e susceptíveis, para que vejam o que podem ser no futuro. As personagens que nós interpretamos acabam por ser uma influência.

Séries como a “NCIS: Los Angeles”, que a Daniela protagoniza, costumam ser maioritariamente desempenhadas por homens com uma ou duas mulheres nas equipas. Como é que se muda esta realidade sem parecer forçado?
A nossa série este ano vai ser um exemplo perfeito disso. Para já, temos a “Hetty” (Linda Hunt) que é a nossa chefe desde o princípio da série. Não é uma questão de forçar, é o que é. A minha personagem é fortíssima, quem vê a série sabe. A mais inteligente na sala é a Renée, que faz de “Nell”. E agora, desde que morreu o Miguel Ferrer, a personagem do Granger vai ser substituída por uma mulher. Chama-se Nia Long e começa a trabalhar terça-feira, ainda não a conheci mas é uma mulher, portanto na nossa série já temos um equilíbrio entre mulheres e homens. Durante muito tempo era eu e a Linda, depois juntou-se a Renée e agora a Nia Long. Possivelmente haverá mais uma segunda personagem mulher.

Como estão a correr as gravações da nova temporada?
Começámos hoje [terça-feira, 1 de agosto], foi o primeiro dia de “escola” e esteve imenso calor. Correu bem, é como andar de bicicleta. Já são oito anos, tenho muita prática nesta personagem.

Esta temporada vai ter mais alguma coisa diferente?
Não faço a menor ideia. Não nos contam nada. A única coisa que sei neste momento que é diferente e vai mexer na energia é a personagem nova da Nia Long, que se chama “Shay Mosley”. Só temos o primeiro episódio. No ano passado, a mulher do “Sam” (a personagem do LL Cool J) morreu e ele vai tentar arranjar maneira de voltar à equipa, ainda está em casa de luto. Vamos tentar trazê-lo de volta.

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